7.5.10

Documentário “Dirty Money” retoma a história do skate no Brasil

Com pré-estréia marcada para o dia 11 de maio no MuBE, o documentário “Dirty Money” conta parte da história do skate brasileiro. O filme foi produzido numa parceria entre a Revista CemporcentoSKATE e a produtora Visual Pleasures, com patrocínio cultural da NikeSB foi apresentado no dia 22 de abril numa premieré realizada em Los Angeles (EUA). Trata-se de um dos primeiros documentários de skate no Brasil, e um dos primeiros documentários nacionais filmados em Camera Red One, de cinema digital. A Red é a câmera que está causando uma revolução digital no cinema, pela sua qualidade de imagem similar ao do cinema tradicional em película.

“A NikeSB se identificou muito com a historia do skate brasileiro contada no documentário “Dirty Money”. O patrocínio cultural do filme se deu para que o maior número de pessoas pudessem ter acesso a esse material nas telas de cinemas, iPod's, computadores, celulares e as mais variadas formas de comunicação. Foi viabilizado um site para que os internautas tenham mais informações sobre o documentário e possam baixar o filme”, explica Alê Reis, gerente da categoria Action Sports da Nike.

No começo dos anos 90 a indústria do skate faliu após o Plano Collor. Motivados pelo amor ao skate e uma atitude “faça você mesmo” alguns amigos, adolescentes na época, se juntaram e lançaram um vídeo caseiro que mudaria as suas vidas para sempre. A fita se chamava “Dirty Money”. O vídeo foi um sucesso instantâneo, rodou o país, e inspirou milhares de jovens que compartilhavam o mesmo sonho, se tornando a pedra fundamental para a reconstrução do skate como esporte e estilo de vida no Brasil. Formavam aquele grupo de amigos, nomes com Fábio Cristiano (atleta NikeSB), Alexandre Vianna, Márcio Tarobinha, Bob Burnquist, entre outros.

"O Filme fala de contracultura, sobre lutar por seus ideais e pelo que você ama. Em uma época em que tudo parecia perdido, alguns amigos se uniram e decidiram transformar a realidade", afirma Ricardo Koraicho, um dos diretores do filme.

Agora, o documentário “Dirty Money”, resgata a crise vivida no início dos anos 90, e a energia daquela nova geração para vencer as dificuldades. Mais do que um filme sobre o skate, trata-se de uma história de amizade e superação. Dirigido por Alexandre Vianna e Ricardo Koraicho, “Dirty Money” tem trilha sonora original da banda paulistana, TwinPine(s), além de faixas de ParteUm, Macaco Bong, Improvisado Trio, Guizado, Lelêginz e Snooze – todos artistas brasileiros.

"O Dirty Money é um documentário sobre a geração da década de 90 no Brasil que sonhava em seguir uma vida através do skate, em uma época de crise. É mais uma história de vida, do que uma história sobre skate", conta Alexandre Vianna, um dos diretores do filme.

O trailler e o vídeo-release podem ser assistidos nos links:
http://www.youtube.com/dirtymoneyfilm#p/a/u/0/Ag_iN4Huq2k
http://www.youtube.com:80/projetonikesb

Coleção

Inspirada pela moda da época de Dirty Money - as camisetas listradas, calças big de canvas com barra cortadas - no início dos anos 90, a NikeSB lançará dois tênis e uma camiseta que remetem à estética daquele momento, dois clássicos do skate foram os modelos escolhidos para a coleção: o Blazer é inspirado no “Dirty Money 1” e o Dunk Mid no “Dirty Money 2”, explorando a imperfeição e a improvisação do estilo do-it-yourself das imagens e linguagem gráfica do vídeo.
O SB Blazer Hi foi inspirado no tênis que Fabio Cristiano estava usando na sua participação no “Dirty Money 1”. Em canvas na cor cinza com biqueira de camurça preta, trás na parte posterior um cifrão invertido, símbolo do “Dirty Money” e tem a palmilha com imagens antigas do skatista Fábio Cristiano em preto-e-branco, inspiradas nas cópias VHS de baixa qualidade que se fazia na época.
Já o SB Dunk Mid em camurça e canvas de cor roxa tem a palmilha com imagens antigas do skater e criador do vídeo, Alexandre Vianna, são coloridas, distorcidas e borradas, outro resultado possível das cópias de baixa qualidade. A camiseta traz a mesma imagem, em versão ampliada, de um skatista realizando um ho-ho plant – manobra em que o skatista apoia as duas mãos no chão e equilibra o skate sobre os pés.

A linha, que será lançada somente no Brasil, e terá suporte global de divulgação, chega às lojas de São Paulo, Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro, Paraná, Goiás e Minas Gerais no dia 11 de maio.